PONTO DE VISTA: AS CONTRADIÇÕES DO PT CHEGAM AO SURREAL!

PONTO DE VISTA

Caro(a) leitor(a),

 Esta é uma opinião minha depois de muito analisar toda a trajetória do PT  e a retórica dos seus integrantes.

Há muito tempo percebi que tudo que o PT fala e divulga nós temos que interpretar e entender ao contrário para decifrar a sua verdadeira intenção. Então quando os advogados de Lula em suas inúmeras tentativas de tirar o processo das mãos do juiz Sérgio Moro, na verdade o que eles queriam era afastar toda e qualquer possibilidade de isso acontecer. Eles tentaram exaustivamente, apelando até ao STF sabendo que todas as justificativas apresentadas pelo juiz seriam de uma competência tal que jamais o STF encontraria uma brecha para afastar Moro dessa empreitada. Neste ponto eles obtiveram êxito total, já que Moro não decepcionou com suas defesas impecáveis. Eles só não contavam que o juiz tivesse coragem e autossuficiência suficientes para solicitar exoneração de um cargo tão bem remunerado, prestigiado, com tantas vantagens e segurança para se tornar Ministro da Justiça. Um cargo facilmente demissionário e de curto prazo. Mas que com munição e atribuições que podem exterminar de vez com essa organização criminosa liderada pelo meliante Lula. Já sentiram isso e Lula sentiu o peso da mão da juíza substituta, Gabriela Hardt,  e agora tentam desesperadamente impedir que Moro deixe a 13ª Vara em Curitiba. A situação é de desespero, aquela mesma do famoso ditado: “Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”.

O PT agora quer manter Moro na Lava-Jato, por conta e obra dos três patetas

Eis aí mais uma patuscada lulopetista: agora o PT requer em, ação no CNJ (talvez depois do enquadramento firme de Lula feito pela Juíza Substituta de Moro, Gabriela Hardt), que Moro não saia da Lava jato. A ação junto ao CNJ é feita pelos notórios maus-caracteres petistas Paulo Pimenta, Wadih Damous e Paulo Teixeira. Lembram desta trinca? É a mesma que armou o golpe para soltar Lula, usando o plantão do “funcionário de Dilma” no TRF4, o militante petista Rogério Favreto. Vejam o que, agora, propõe ao CNJ esta mesma trinca de golpistas:

“O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara, protocolou uma ação junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pedindo a anulação a exoneração do juiz Sérgio Moro. Também assinam a petição os deputados Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Teixeira (PT-SP).”

Segundo a notícia acima, circulada pelo site de notícias UOL, ligado à Foice de São Paulo:

“Para o PT, Moro não poderia ter sido exonerado porque há processos administrativos disciplinares contra ele no CNJ. De acordo com o artigo 27 da resolução 135/2011 do próprio Conselho, um juiz processado por razões disciplinares não poderia ser afastado do cargo.”

O site não entra em considerações sobre a base jurídica da ação, certamente para deixar a militância e os ingênuos em geral em suspense. Não se esperava, deste site, nada diferente.Primeiro é de estranhar o interesse do lulopetismo em barrar a saída de Moro da Lava-Jato, onde sua ação foi sistematicamente, mentirosamente, infamemente, canalhamente propalada pelo PT como parcial e persecutória do ‘Princeps Corruptorum’ ao Brasil e ao mundo. Até de agente da CIA esta militância lulopetista o acusou. Agora querem, para surpresa geral, que Moro continue, na Lava-Jato, a julgar Lula.

Segundo porque, como reza o Art. 27 da Resolução# 135/2011, invocado pela trinca de golpistas: “O magistrado que estiver respondendo a processo administrativo disciplinar só terá apreciado o pedido de aposentadoria voluntaria após a conclusão do processo ou do cumprimento da penalidade.” (O destaque é deste autor)

Para quem ainda não se deu conta, o caput do art. 27 fala de “aposentadoria”, que não é o caso de Moro: ele se “exonerou” da Magistratura. Exoneração, só para explicar militante lulopetista ignorante e burro (desculpem, o pleonasmo) é um ato unilateral, unipessoal e soberano de vontade. Ninguém pode ser forçado a continuar Juiz se não mais deseja sê-lo. Simples assim. Mas sei que entender esta obviedade é esperar demais de um lulopetista, aqui incluídos os daquela trinca de golpistas.

Digo mais, embora isto seja até secundário: o artigo invocado se refere a magistrado que responde a PAD (Processo Administrativo Disciplinar) no CNJ, o que não é o caso de Moro. Moro não responde a PAD no CNJ. (Ponto mesmo!)

Esta é uma ação com destino certo: a lata de lixo do Judiciário.

(Texto de José J. de Espíndola. Engenheiro Mecânico pela UFRGS — Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio — Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra — Doutor Honoris Causa da UFPR — Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado).

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Deixe uma resposta

Fechar Menu