ELEIÇÕES 2018: A TESE DE FRAUDE NAS URNAS TOMA FORÇA COM A APROXIMAÇÃO DAS ELEIÇÕES

Caro leitor(a),

Não dá para não pensar ou não acreditar que tudo isso é apenas teoria da conspiração. Diante de tudo que já aconteceu, não apenas aqui no Brasil, mas também em países como EUA e França, nas eleições para Presidente da República, países de primeiro mundo que foram vítimas de fraudes pelas redes sociais e por hackers.  As evidências são claras que algo está diferente. São muitas denúncias e alertas chegando a todo instante. Isso não é normal. E essas pesquisas que estão chegando de última hora com a redução da diferença entre os dois candidatos parece estar preparando o espírito da população para uma impensável virada do Fernando Haddad. São vazamentos de conversas daqui e dali. Acabo de ver um vídeo no youtube sobre empresa contratada pelo TSE para divulgar o resultado das urnas no domingo. Esta empresa, a CDP, que teria sido a 2ª colocada na licitação, seria de um tal de Christian Limp petista de carteirinha. E a grande resistência do TSE  de tornar as urnas auditáveis por achar que as 30 barreiras de segurança são suficientes para evitar fraudes. Portanto não tem como não haver uma grande desconfiança desse processo eletivo diante de tudo que já aconteceu. Então precisamos estar alertas, principalmente no domingo para não sermos feitos de otários novamente. Qualquer coisa minimamente estranha vamos abrir o bocão!

Todos de prontidão contra a vigarice eleitoral de 28 de outubro, especialmente as Forças Armadas (Veja o Vídeo)

Uma eleição fraudada estaria atentando grotescamente contra a “garantia dos poderes constitucionais”.

Seguindo uma crença que sempre levei a sério, segundo a qual “quem avisa amigo é”, publiquei no Jornal da Cidade Online, logo após a vitória de Bolsonaro no 1º Turno da eleição, em 7 de outubro, o artigo intitulado “O PT disfarça com a ‘fatalidade’ da sua derrota para Bolsonaro”.

O PT disfarça com a “fatalidade” da sua derrota para Bolsonaro O PT disfarça com a “fatalidade” da sua derrota para Bolsonaro
Mesmo longe de ser algum “Nostradamus” para enxergar o futuro, antecipei minha convicção que a coligação “Brasil Feliz de Novo”, liderada pelo PT, que carrega nas costas a candidatura presidencial de Fernando Haddad, estaria mancomunada com o “Mecanismo”, com veículos de comunicação de massa, institutos de pesquisa, com setores do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no sentido de obter a vitória no 2º Turno das eleições presidenciais, que serão realizadas no próximo domingo.

O “papo” deles, logo após o 1º Turno, “era” de inteira resignação em vista da quase certa derrota que teriam no 2º Turno, eis que “não haveria” mais o tempo necessário, nem qualquer chance, de reverter essa tendência eleitoral.

Na oportunidade antecipei que a anunciada “derrota” não estaria passando de um inteligente ardil, de uma “armadilha”, para que o “inimigo” baixasse-a-guarda e fosse pego de surpresa, numa “virada” sensacional e inesperada de última hora, falsificada pelas pesquisas e seus patrocinadores, e que no término da apuração da eleição seriam “ratificadas” pelas “máquinas” programadas e manipuladas pelo TSE e seus “capangas”.

Na visão que me inspirou a escrever o artigo, uma “organização criminosa”, puxada pelo “Mecanismo”, e composta ainda pela “esquerda”, pela Grande Mídia e pelos principais institutos de pesquisa, além de setores do próprio TSE, estariam agindo mancomunados na prática dessa fraude eleitoral.
Essa farsa consistiria numa aproximação gradativa de Haddad a Bolsonaro nas sucessivas pesquisas anteriores ao 2º Turno, até que se chegasse a um “empate técnico”, com pequena diferença no percentual de votos válidos para um ou para o outro.
E é exatamente o que já está acontecendo.

Logo após o 1º Turno, as pesquisas apontavam enorme vantagem para Bolsonaro, com cerca de 60% das preferências de voto, contra os 40% de Haddad. Agora, faltando apenas 3 dias para a eleição de 28 de outubro, o Ibope já aponta 57% para Bolsonaro, e 43% para Haddad. E o Datafolha 56% a 44%.

O “cara” já está “encostando” em Bolsonaro. O PT festeja. Mas quem olha para a vida real observa que o crescimento efetivo é do “outro” candidato. E com certeza nas próximas pesquisas a diferença irá diminuir, provavelmente até o tal “empate técnico”.

Após toda essa falcatrua nas pesquisas, o trabalho final ficaria a cargo do Tribunal Superior Eleitoral, que mandaria “ajustar” as suas máquinas para que o resultado totalizado da eleição sintonizasse com as pesquisas, entregando o “diploma” de Presidente a Fernando Haddad.

E tudo indica que essa falcatrua eleitoral está a caminho.
Durante o provável anúncio da “vitória” de Haddad, o “Mecanismo” e toda a sua quadrilha organizada reunirão no palanque a seus lados as mais altas autoridades da República para “avalizarem” essa fraude.
O povo dificilmente reagirá à altura da grandeza dessa fraude para repeli-la na mesma hora, mesmo porque ele está totalmente desarmado pelo PT, e ao mesmo tempo “espalhado”, “pulverizado”, num território com a área superficial de mais de 8 milhões de quilômetros quadrados.

Todavia, as Forças Armadas poderiam perfeitamente “assumir essa bronca”, agindo em representação e benefício do povo brasileiro, que na verdade é o único titular do PODER INSTITUINTE E SOBERANO (“todo poder emana do povo”).

Sem dúvida essa eleição fraudada poderia abrir caminho para as Forças Armadas acionarem o comando previsto no artigo 142 da Constituição, ou seja, a “intervenção”, a qual as autoridades constituídas repelem mais do que o diabo repele a cruz.

A pátria estaria sendo violentada com a fraude eleitoral, e jamais um dos “Poderes Constitucionais”, mais precisamente, a chefia do “Poder Executivo”, poderia estar sendo preenchido através de uma escancarada fraude.
Essa é a determinação contida no artigo 142 da CF: “As Forças Armadas… destinam-se à DEFESA DA PÁTRIA e à GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS…”.
Nessas duas hipóteses, as FA podem agir com plena autonomia e soberania, não dependendo de requisição de nenhum dos Poderes Constitucionais, como ocorre quando se trata meramente da “defesa da lei e da ordem”.

Portanto, é evidente que uma eleição fraudada para preenchimento da vaga de Chefe do Poder Executivo estaria atentando grotescamente contra a “garantia dos poderes constitucionais”, exigindo intervenção das Forças Armadas por força da Constituição.

Pelo exposto, soldados brasileiros, Soldados de Caxias, deveis ficar atentos e bem alertas. Mesmo de “prontidão”. Se for o caso, deveis intervir contra a fraude eleitoral que está prestes a acontecer no dia 28 de outubro, se de fato ela se confirmar, usando a força necessária compatível com as necessidades de uma eventual reação, e afastando ou prendendo, logo a seguir, de um só golpe, todos os traidores e ladrões da pátria.

Veja abaixo um vídeo elucidativo:

Sérgio Alves de Oliveira
Advogado, sociólogo, pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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