BOAS NOTÍCIAS: TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO SERÁ A CURA PARA O PARKINSON ATÉ 2023

N a sessão BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira uma excelente e alentadora notícia para quem sofre do Mal de Parkinson. Os cientistas da Universidade de Kioto no Japão testaram transplante de célula tronco em macacos com sucesso. Veja matéria completa e saiba os resultados.

Paciente de parkinson recebe primeiro tranplante de células-tronco

Foto: Reprodução

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Neurocirurgiões japoneses implantaram células-tronco reprogramadas num paciente com doença de Parkinson.

É o primeiro paciente humano a recebê-las após testes satisfatórios em animais.

Se o resultado for um sucesso, o tratamento poderia servir para outros pacientes já em 2023.

A doença devastadora é causada pela falta de células no cérebro que produzem dopamina, que é um neurotransmissor essencial no cérebro.

A diminuição da dopamina causa tremores, um declínio nas funções motoras e – se a doença progride – demência.

Os cientistas da Universidade de Kyoto, no Japão, estão tentando reverter a doença usando células-tronco adultas doadas que foram retiradas de outro paciente para que elas possam “reprogramá-las” em células embrionárias.

Essas células embrionárias reprogramadas, que são chamadas de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), podem então ser desenvolvidas em neurônios produtores de dopamina.

Sucesso em macacos

Alguns cientistas expressaram preocupação de que a aplicação dessas células resultaria em tumores malignos, mas a equipe de pesquisadores recebeu permissão para o primeiro teste clínico em julho, depois de usar com sucesso as células iPS para restaurar a função cerebral normal em macacos.

Não houve qualquer sinal de tumores ao longo do estudo de 2 anos.

De acordo com a Nature , a equipe de pesquisa injetou 2,4 milhões de células especiais no cérebro de um paciente de Parkinson que tem 50 anos.

Em outubro, eles fizeram um novo procedimento com duração de 3 horas.

“O paciente está bem e ainda não houve grandes reações adversas até agora ”, disse o cientista Jun Takahashi.

Se o paciente continuar a responder bem à terapia, a equipe implantará outras 2,4 milhões de células no cérebro, em 6 meses.

Depois disso, eles planejam testar a terapia em mais 6 pacientes até o final de 2020 para comprovar sua eficácia e segurança.

Os pesquisadores esperam ter evidências suficientes para tornar o tratamento comercialmente disponível aos pacientes até 2023, como uma terapia rápida para doenças neurodegenerativas no Japão.

Com informações do GNN

Fonte: Só Notícia Boa

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