BOAS NOTÍCIAS: ELES JÁ TINHAM TRÊS FILHOS BIOLÓGICOS E RESOLVERAM ADOTAR MAIS TRÊS PARA NÃO SEPARAR A FAMÍLIA

Na sessão de BOAS NOTÍCIAS desta sexta-feira mais um grande exemplo de altruísmo, solidariedade e compaixão. Veja a reportagem completa e tire suas conclusões!

Pais de 3 filhos adotam mais 3 irmãos pra não separar a família

Helenice, Wesley e os 6 filhos - Foto: TV Anhanguera/Reprodução

Helenice, Wesley e os 6 filhos – Foto: TV Anhanguera/Reprodução

Eles já tinham 3 filhos biológicos e resolveram adotar mais 3 para não separar a família.

Os irmãos moravam em um abrigo, em Goiânia.

O empresário Wesley Raimundo Lopes e a esposa, a dona de casa Helenice Araújo Souza Lopes, conheceram os filhos adotivos quando faziam um trabalho voluntário no local.

Durante o período em que iam ao abrigo, apadrinharam outras três crianças que passavam fins de semana, feriados e férias com eles.

Com a convivência, o amor aumentou e eles decidiram adotar Maria Eduarda, de 13, Luiz Felipe, de 7, e Gabriela, de 1 ano e meio.

Os dois já eram pais biológicos de Davi, de 11 anos, Lara, de 8, e João, de 5.

“Ser mãe não é só ser mãe do ventre. Você pode gerar e ser mãe também do coração. Uma casa alegre, divertida. A demanda é grande, mas é possível”, disse Helenice ao G1.

Família unida

Agora filha mais velha, Maria Eduarda lembra que lutou muito para não se separar dos seus irmãos.

Ela faz questão de incentivar os colegas do abrigo a nunca desistirem de ter uma família.

“Falo para todo mundo lá que um dia eles vão ganhar a vez deles”, lembra a menina.

Feliz com a família maior, Wesley, brinca que vai ter que trocar de carro para poder passear com os 6 filhos e a mulher.

“Descobri que não tem carro para oito [pessoas]. Agora vai ter que ser uma minivan”, disse.

Fila para adoção

Em Goiás, segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), existem 146 crianças e adolescentes à espera de uma família. Por outro lado, 1,4 mil pessoas estão na fila para adotar.

Segundo o juiz da Infância e da Juventude de Goiânia, Eduardo Tavares, quase 80% dos pretendentes preferem uma criança de até 5 anos no máximo. Ocorre que ao menos 90% do total já passou dessa idade.

“Às vezes caem grupos de irmãos, idade um pouco mais avançada, aí já fica um pouco mais de tempo até a gente conseguir achar uma família que acolha esse grupo”, afirma.

Com informações do G1

Fonte: Só Notícia Boa

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